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A venda de caminhões novos no Brasil somou 88.170 unidades de janeiro a outubro de 2026, queda de 4,49% sobre o mesmo período de 2025, segundo a Fenabrave. Com menos caminhões zero-quilômetro entrando nas estradas, a frota em circulação envelhece e roda mais — e a manutenção preventiva, com peças de reposição de qualidade, passa a pesar ainda mais no custo por quilômetro de frotistas e transportadores.
A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou nesta semana o balanço de outubro. Segundo a Agência Brasil, em matéria de 4 de novembro de 2026, o mercado total de veículos acumula 4,72 milhões de unidades no ano, alta de 12,62%, e a entidade elevou a projeção de crescimento de 2026 de 8,6% para 12,8%. O desempenho, porém, é desigual: o segmento de caminhões e ônibus segue em retração no acumulado.
De acordo com o Blog do Caminhoneiro, reproduzido pela Fenatac em 5 de novembro, foram emplacados 9.498 caminhões em outubro, queda de 3,58% frente a setembro (9.851) e de 9,21% frente a outubro de 2025 (10.461). No acumulado do ano, são 88.170 unidades, contra 92.311 no mesmo período de 2025.
A Fenabrave agora projeta 107.465 caminhões vendidos em 2026, recuo de 3,1% — previsão menos negativa que a anterior. O presidente da entidade, Arcelio Junior, atribuiu a cautela das empresas aos juros ainda elevados e ao fim dos recursos do programa Move Brasil, que, nas duas etapas, aprovou R$ 29,4 bilhões em financiamentos para renovação de caminhões, ônibus e implementos. Segundo ele, implementos rodoviários foi o único segmento que voltou aos índices projetados em janeiro.
| Indicador (Fenabrave) | Valor |
|---|---|
| Caminhões emplacados em outubro/2026 | 9.498 unidades |
| Variação sobre outubro/2025 | -9,21% |
| Acumulado jan–out/2026 | 88.170 unidades (-4,49%) |
| Projeção de caminhões para 2026 | 107.465 unidades (-3,1%) |
| Mercado total de veículos jan–out/2026 | 4.722.650 unidades (+12,62%) |
Quando a renovação de frota desacelera, o caminhão que já está rodando precisa durar mais. Na prática, isso se traduz em três movimentos:
Com juros altos, a decisão de compra fica mais racional: peça de reposição com boa durabilidade e aplicação equivalente à original ganha espaço frente à troca do caminhão.
Folga em barras e articulações compromete a dirigibilidade e acelera o desgaste de pneus. Vale inspecionar terminais rotulares e pinos esféricos a cada revisão — veja também o nosso guia de terminais de rótula DIN ISO 12240.
Caminhão com mais quilômetros exige atenção redobrada aos componentes de freio e aos componentes de embreagem, itens diretamente ligados à segurança e ao consumo.
Engraxar corretamente pontos articulados prolonga a vida de buchas e pinos. Confira o guia de graxeiras e engraxadeiras e, na linha de combustível e lubrificação, os parafusos ocos, que garantem vedação e passagem de fluidos.
Para organizar a rotina da oficina ou da frota, leia manutenção preventiva: como evitar desgastes e paradas inesperadas e consulte a linha completa para caminhões e ônibus.
Segundo a Fenabrave, 9.498 caminhões foram emplacados em outubro de 2026, queda de 9,21% sobre outubro de 2025.
A Fenabrave projeta 107.465 unidades em 2026, recuo de 3,1% sobre 2025, previsão menos negativa que a anterior.
De acordo com a Fenabrave, os juros ainda elevados e o fim dos recursos do Move Brasil deixaram as empresas mais cautelosas na compra de veículos novos.
Reforçar a manutenção preventiva e usar peças de reposição de qualidade, com aplicação equivalente à original, para manter o caminhão rodando com segurança e menor custo por quilômetro.
Fale com a Kayres pelo WhatsApp (11) 2211-1173 ou baixe os catálogos em kayres.com.br/catalogos — atendemos distribuidores, revendas e frotistas em todo o Brasil, fabricação própria desde 1962.
Imagem de capa: Alexander Gomez / Pexels
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